Tweed e Túlipas

Ontem, sexta, 30, fez um frio gostoso aqui em BH. Os termômetros não passaram dos 25 graus. Em homenagem ao Tweed Ride (um passeio de bicicleta com espirito vintage super legal que acontece a cada estação e que anunciou uma edição no inverno) resolvi usar este blazer de tweed que é um tecido grosso de lã muito comum na Europa mas pouco visto aqui por causa do nosso calor tropical. Como era dia de feira de flores fui com a bicicleta elétrica comprar túlipas. Com o frio elas são mais fáceis de encontrar.

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Santê

Fui trabalhar no bairro Santa Tereza e aproveitei para passar na loja do meu querido amigo Aluizo Figueiredo. A loja é um sonho, são vários objetos para decoração que evocam a identidade mineira simples e refinada. Aluízio é um artista de bom gosto e o bairro Santa Tereza combina totalmente com charme do espaço. Fui recebido pelos lindos (lulus da pomerania) Marie e Duque. Como não amar? A loja fica bem em frente a Praça Duque de Caxias. Recomendo demais!

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Sapato sem meia

Resolvi adotar o visual do sapato sem meias. Acho que fica bem mais agradável em dias quentes e visualmente também, não é?

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A moda surgiu na Europa durante os verões. Muitos estilistas consideram como uma subversão de peças clássicas. Acho ótimo a idéia de subverter e se auto-provocar. Mas no meu caso não usar meias pode implicar num desconforto grande. Acontece que os pés transpiram três vezes mais que o corpo. Então fica com os pés bem suados. E o couro atrapalha a transpiração também. Resolvi adotar um item do guarda roupa feminino; meias sapatilhas, (Por quê não?) o resultado foi mais conforto e liberdade, principalmente do suor. O par custa cerca de 3 reais. Vale a pena!

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Lenço que roubou a cena

Há pessoas que conseguem decidir hoje o que vestirão amanhã. Não é o meu caso. Preciso acordar, checar o tempo, tomar um café, ver as notícias e aí vejo alguma coisa. Mas, pensar antecipadamente em pelo menos uma peça que gostaria de usar já ajuda bastante! Foi assim que decidi, na noite anterior, usar esse blazer listrado que comprei num brechó ano passado (sim, homem também compra uma peça e deixa guardado a espera da ocasião certa). Quando terminei de me vestir, ainda em casa, percebi que faltava algo: um lenço. Então saí de casa e desci um ponto antes da agência. Chegando ao brecho fui procurar o tal lenço. Como nunca tinha visto nenhum homem usar aqui em BH, a não ser noivos, peguei o primeiro que gostei: vermelho e custou 5 reais. Bom, não é? Mas, aí veio a dúvida: como dobrar o lenço? Felizmente encontrei um tutorial que me ensinou. Fiz a dobra e pronto. Acho que o lenço roubou a cena.

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Um dia qualquer

Minha amiga cientista política Márcia Maria Cruz que escreve sobre moda e etc (como ninguém em BH) fez um provocação há algumas semanas no caderno Feminino & Masculino (do Estado de Minas). Segundo ela, e assino embaixo, os homens em BH não se preocupam com acessórios e roupas que fujam do convencional. Realmente as vezes tenho a impressão que o homem mineiro só se preocupa com o gel no cabelo rs rs rs. Levei a critica para o lado pessoal também e resolvi experimentar (sem medo de errar pq errando se aprende) o que posso acrescentar, de vez em quando, das coisas que já tenho. Este blog será o registro dessas notas.

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