Fiz minha bolsa

Há tempos venho tentando fazer acessorios bonitos e usáveis em bicicletas para fugir um pouco do visual esportivo que impera na maioria das peças produzidas para se deslocar na cidade. Usei lona de algodão, (canvas) e couro. O resultado me agradou e o design foi elogiado no exterior. Assim começa a semana. Flores para Buda e uma semana de paz e amor a todos!. 20140630-091920-33560035.jpg
20140630-102234-37354174.jpg

20140630-102417-37457412.jpg

20140630-102600-37560426.jpg

20140630-102235-37355936.jpg

Meio árabe

A echarpe surgiu há séculos, dizem, na Asia. Trata-se de uma faixa de tecido retangular (ou quadrada), bem larga. Há uma outra versão que diz que ela é inspirada no tecido que os árabes levavam no pescoço para se proteger do frio e das tempestades de areias repentinas (adoro essa versão). Costuma ser feita de materiais mais leves como algodão, voile ou chifon e a maioria apresenta acabamento de franjinhas. Pode ser usada ao redor do pescoço mas já vi caras usando sobre os ombros. Acho uma peça bacana e adequada mesmo para eventos formais, quando combinadas com blazer por exemplo. Para quem precisa proteger a garganta do vento frio é indispensável e por isso resolvi usar este hoje, a noite um vento frio invade a cidade!. Trouxe de uma viagem que fiz a magnifica Granada, uma cidade de origens árabes no norte da Espanha, onde nasceu o poeta Garcia Lorca, meu poeta espanhol preferido. Para completar  blazer bege, calça de sarja azul marinho e sapato oxf de camurça. Vim de metrô.

 

Frederico Garcia Lorca
20140626-105008-39008379.jpg

20140626-105006-39006967.jpg

 

granada 2

O Magnifico Palácio de Alhambra em Granada (Espanha).

Frederico Garcia Lorca

Jaqueta e gravata

Hoje resolvi testar uma combinação que vejo pouco por aqui. Jaqueta de “couro” e gravata.  A gravata é um item que a maioria dos homens brasileiros só usam se obrigados. Enquanto estiver frio essa obrigação é um prazer! Já a jaqueta é muito ligada a cultura motociclista em BH, então, logo me perguntaram se eu estava de moto. Realmente estava! A minha bicicleta oras!. Pela manhã peguei um ônibus até o centro para buscar minha monareta que havia deixado na Casa do Jornalista, após sair tarde de uma reunião ontem. No caminho de volta para o São Lucas, resolvi passar pela Praça da Liberdade , onde parei um pouco e descansei pois, subi a João Pinheiro empurrando-a. A vantagem em BH é que depois de cada subida há uma descida.  O sapato é o meu velho e confortável derby. Achei que o look ficou bom. 🙂

 20140625-142336-51816611.jpg

20140625-145800-53880414.jpg

20140625-142412-51852847.jpg

 

Tipos de Sapatos Masculinos

Você já notou que muitas pessoas costumam reparar em outras a parti dos pés? A primeira informação, que julgam importante sobre você pode ser exatamente a que os seus sapatos passam. Como diz o personagem Sherlock Holmes “um par de sapatos denuncia qualquer crime”. Sapatos para homens são tão importantes quantos paras as mulheres, claro que elas são bem exageradas com relação a quantidade de pares de sapatos né? Há vários artigos sobre a origem do fetiche feminino por sapatos. Foi-se o tempo que os homens brasileiros não ligavam para o que calçam seus pés.

A grande questão é: quais tipos de sapatos preciso ter? A resposta está muito mais ligada ao seu estilo de vida e os locais que costuma freqüentar. Cada lugar exige um dresscode (roupas específicas e formais), mesmo que você não queira ou ligue para isso, como por exemplo fóruns e escritórios de advocacia. Se é um advogado sabe que o sapato social é item básico na vestimenta.

Pesquisei sobre os vários modelos de sapatos e a principal dica é ter pelo menos um par de cada.

Tenha em mente que sapatos com solado de borracha duram menos e deformam mais. Se você estiver com sobrepeso eles podem ser confortáveis mas, durarão pouco! Sempre que puder prefira os modelos com o solado costurado e se for de couro, melhor! Agora vamos aos
principais tipos de calçados masculinos segundo indicação do consultor de estilo Ricardo Oliveros.

OXFORD
20140622-225028-82228992.jpg

O primeiro sapato amarrado com cadarços foi introduzido na Inglaterra em 1640, e logo se tornou popular entre os estudantes da Universidade de Oxford. A partir daí, o estilo e o nome se espalharam. Os sapatos oxford são caracterizados por serem um modelo fechado em que as perfurações para os cadarços são feitos diretamente no corpo do sapato, e não em abas costuradas sobre a gáspea (porção dianteira do calçado). É muito comum o o Brogue (perfurado decorativo) em sapatos desse modelo. Em inglês, dependendo da extensão dos motivos perfurados, fala-se em “brogue”, “semi-brogue”, ou “full-brogue”.

Atenção, se seu pé for muito alto, na hora de amarrar o sapato, as duas carreiras de orifícios não ficarão paralelas. Isso é sinal de que o sapato não é ideal para você. Se, pelo contrário, seu pé for relativamente baixo, as duas carreiras de furinhos tendem a se sobrepor uma sobre a outra.

Existem muitas variações de modelos deste tipo de sapato, mas seja qual for, eles são os mais formais e ideais para ternos e ocasiões como casamentos, por exemplo.

DERBY

20140622-152924-55764095.jpg

Dizem que o Derby dos americanos para o Oxford. Realmente é bem parecidos com o oxford, e sua principal diferença é que a parte dos furos para o cadarço está situada em abas laterais costuradas sobre o corpo do sapato. Isto faz com que ele se adapte com mais facilidade a todas alturas do peito do pé. Ele surgiu no século 19 e se tornou muito popular.

Este é o menos formal dos sapatos clássicos, é muito versátil e fica bem com blazer e calças de alfaitaria e também pode ser usado com jeans. Eu tenhas predileção por este modelo de sapato. Costumo usar com muitas combinações.

20140622-160216-57736681.jpg

MONK

20140622-160922-58162602.jpg

20140622-160922-58162482.jpg

É um estilo de sapato derivado dos sapatos dos monges (o nome inglês quer dizer “monge” em português) usados desde o século 15, mas sua versão contemporânea surgiu em 1930. É menos formal do que um oxford e mais do que um derby. Fácil de reconhecer pela falta de cadarços, que são substituídos por uma fivela metálica colocada na lateral, junto ao peito do pé.

Bom para ternos e combinações como calça de alfaiataria e camisa social.

MOCASSIM

20140622-161832-58712218.jpg

Este é o nome dado pelos índios algonquinos, da fronteira dos Estados Unidos como Canadá, aos seus sapatos de couro costurados a mão com pontos largos ao redor do peito do pé e sobre os dedos. Em versões mais estruturados, são chamados em inglês de “loafer”. Há vários tipos de mocassim. é um calçado casual e esportivo que deve ser usado com bermuda e calça jeans. Evite o uso de meias.

Acho os mocassim’s perfeitos para pedalar, pois não há cadarços e assim o risco de enroscar algo no pedivela é bem melhor!

20140622-162446-59086137.jpg

20140622-162445-59085893.jpg

O dockside ou “boat shoes”, é um tipo de mocassim que era usado por velejadores e ganhou as ruas nos anos 80. Tem amarração por cadarços e acabamento com fio na lateral que passa por ilhoses.

 

20140622-225410-82450258.jpg

É um tipo de sapato perfeito para o clima do Brasil e muito versátil. Para mim é a melhor opção para usar com bermudas por exemplo, e sempre uso!.

20140622-194622-71182503.jpgCom jeans também fica legal.

20140622-194622-71182256.jpg

LOAFER

Inspirado em um modelo usado por noruegueses na década de 30, os americanos criaram os “weejuns” (pronuncia-se “uídjans”), uma corruptela de “Norwegian”, um dos tipos de loafers mais comuns. Seu diferencial é uma faixa de couro com um losango vazado na parte que cobre o peito do pé. Se tornou muito popular entre os universitários americanos na década de 50 e por isso foi considerado um dos ícones do estilo college.

20140622-200352-72232249.jpg

20140622-200352-72232106.jpg

Na Europa e nos Estados Unidos é muito comum seu uso com bermudas, mas no Brasil é pouco comum esta combinação. É um sapato casual que vai bem com calça jeans ou de sarja com camisa pólo.

20140622-202648-73608962.jpg

SIDE GORE

20140622-203410-74050780.jpg

Um modelo derivado do loafer, que vem fazendo muito sucesso nas últimas décadas. A principal característica deste modelo são as bandas largas de elástico nas laterais do calçado, ao lado do peito do pe, que dispensa o emprego de fivela, velcro, zíper ou cadarço.

20140622-203807-74287873.jpg

20140622-203807-74287804.jpg

SAPATÊNIS

20140622-215408-78848686.jpg

Há várias versões deste modelo, desde os mais urbanos até as versões de cano médio para o estilo country (em que o elástico é coberto por uma espécie de fole de couro filetado). Dependendo do modelo, como os de couro preto ou marrom, sem adornos e de bico alongado, os “side gore” podem ser usados tanto com calça e blazer como com jeans.

Este é o mais polêmico dos calçados. Eles surgiram na onda do “casual friday”, ou seja, a adoção por parte de algumas empresas da sexta-feira “casual”, em que os funcionários podem dispensar terno e gravata. Ele é um tipo híbrido, que se caracteriza por não ser nem tão esportivo quanto um tênis e nem tão formal quanto um sapato.

A maioria dos modelos são cafonas mas, no Brasil viraram moda ao ponto de serem usados em todas as ocasiões (o que é um grande erro definitivamente). Se for a uma entrevista de emprego, mesmo que seja para um estágio por exemplo, evite-os. Principalmente aqueles que se parecem mais com um tênis.

20140622-215807-79087074.jpg

Hoje muitas marcas estão procurando dar uma guinada no design do sapatênis, oferecendo novas versões mais “aceitáveis”. Os modelos inspirados no tradicional oxford conseguiram os melhores resultados.

20140622-220555-79555345.jpg

Minhas dicas são: use o sapatênis só em casos bem informais como bar com amigos, ida a shopping ou um casual day no trabalho mesmo. Jamais use com calças sociais.

Fonte: uol estilo

Sexta agitada

Ontem usei a Monareta para ir da agência ao Sindicato dos Jornalistas.
O caminho é tranquilo para ir e passo pela feira de flores, onde comprei girassóis na ida. Blazer marrom de camurça, calça cinza, camisa vinho e sapato marrom. Pedalei devagar para não chegar suado e como estava frio não foi difícil!

20140621-115630-42990356.jpg

20140621-114134-42094312.jpg

20140621-114136-42096796.jpg

Fiz minha gravata

Animado para o Tweed Ride, um passeio vintage, organizado por Renata Aiala, que acontece em Belo Horizonte uma vez a cada estação e cuja edição de inverno será no próximo mês. Comecei a dar ouvidos a inspiração! 20140618-112106-40866593.jpg 20140618-112106-40866438.jpg Por dias procurei uma gravata borboleta tradicional (aquela que não vem com o nó pronto) e colorida. Em lojas de trajes masculinos ,quando encontrei, além de caras (tipo R$ 260,00) vinham com laço pronto e eterno. Fui a vários brechós de Belo Horizonte e do Rio. Até na internet elas são raras. Como sou do estilo ” faça você mesmo” peguei a única gravata tradicional que tenho, um retalho que gostei e o sistema de prender de uma gravata preta (com nó pronto) que nunca usarei… Rs rs. Fiz o molde, cortei e costurei com uma maquina que parece brinquedo, mas que já me quebrou vários “galhos”. 20140618-111551-40551539.jpg O resultado? “Era uma vez um menino que sonhava com uma gravata borboleta tradicional. Ele cresceu e fez a dele”. 🙂 20140618-112259-40979427.jpg

Xadrez

Dizem que o xadrez surgiu como estampa na Europa em 700 A.C. era feito de lã e tingido com tintas naturais. Mais tarde os escoceses adotaram o xadrez nos kilts. Cada cor identifica um clã. Assim o xadrez se popularizou pela Europa até chegar aos trópicos. Embora tenha séculos de história o xadrez ainda é um desafio para mim. Como usar minha única peça dessa estampa? Hoje foi mais uma tentativa, mas acho que ainda não acertei. De qualquer forma já sei que o xadrez se destaca na produção, então é preciso maneirar nas outras partes. As fotos que encontrei na rede mostra exemplos de looks com o xadrez. E assim vim com J.J, minha bicicleta dobrável para o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais. E assim começou mais uma semana de Copa com um feriado no meio. 

Minha tentativa de usar o xadrez hoje.

20140616-104246-38566950.jpg

Gostei destes looks:

20140616-104336-38616115.jpg

20140616-104336-38616423.jpg

20140616-104335-38615979.jpg.

A boa do dia: duas bicicletas já “ocupam” o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais.

20140616-172848-62928789.jpg

Correr ao ar livre

Adoro correr em praças e parques. Acredito que depois de 10 anos na capital mineira, provando dos quitutes deliciosos como o feijão tropeiro mineiro (que aliás é mais gostoso quando leva a farinha baiana na receita….rs) e cervejas artesanais, foi graças a esse simples hábito, além de pedalar e não possuir um carro exclusivo, que me fez conseguir manter a forma. Gosto da Barragem Santa Lucia pois há pouca gente pela manhã aos domingos. Não precisa de alta produção, aliás quem começa a correr de verdade sabe que a pista não é passarela, apesar de alguns pensarem que sim. Use um short de corredor mesmo. É curto da mesma forma que os jogadores da década de 70 usavam. Não ligue para chacotas, os shorts não limitam os movimentos e são confortáveis. Acrescente um bom tênis e um boné no caso de sol (além do protetor) e só. Hoje entre corrida e caminhada foram 8 km.

20140615-111911-40751993.jpg

20140615-111912-40752990.jpg

20140615-111913-40753827.jpg