Pedalar pelas montanhas de BH é fácil. 

Pedalar pelas montanhas é fácil. Difícil é ultrapassar a ignorância, insensibilidade e arrogância dos motoristas. A semana foi tensa. Duas garotas ameaçadas e com perda total nas bicicletas. Por pouco não tivemos duas tragédias em BH (um desses casos estão aqui) . Nessas horas eu penso o quanto é difícil lidar com motoristas que insistem em tratar ciclistas e pedestres como indignos de compartilhar um espaço. Essa arrogância brasileira já foi retratada no livro “Fé em Deus e pé na tábua: Ou como e por que o trânsito enlouquece no Brasil – Roberto DaMatta”. No livro o autor descreve como o carro potencializa um dos traços escravocratas da nossa sociedade em que pedestres e ciclistas são tratados como “inferiores”. 

Os ganhos por pedalar são inegáveis para quem começa. Além disso os ciclistas não são as principais vítimas dessa violência no trânsito. Em todos os lugares em que há mais bicicletas o trânsito é mais seguro para todos.  Por isso, nessa reconquista pelo espaço urbano;  não vamos retroceder. 

Nessa sexta fui assim à Casa do Jornalista e logo em seguida à Massa Crítica, que nessa edição pedalou pelo Barreiro, reivindicando metrô para a região. Deixei o blazer no trabalho e fui com uma camiseta por baixo. Levei a dobrável porque na volta fiz intermodal. 

   
      

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