Menos é mais na viagem 

De volta depois de merecidas férias e aventuras.

Em dezembro antes do natal resolvi conhecer um pouco do Chile, levando minha bicicleta dobrável. A franquia de bagagem era 23kg para despachar e 5 de bagagem de mão. O primeiro dilema então foi colocar em prática um desejo antigo; viajar com pouca roupa. 

Tudo deveria caber em uma mochila da 2c2 bag. Graças a este blog eu consegui. Explico. Eu comecei aqui um laboratorio para tentar me vestir melhor e ter no meu guarda-roupa as peças essenciais. Aos poucos fui  (re)descobrindo o universo das roupas masculinas, ainda que restrita se comparado ao das mulheres. Aprendi a misturar as roupas e fazer as peças “conversarem”. 

Então o que eu precisava era montar 5 looks pois os lugares que eu visitaria não ultrapassaria mais do que 5 dias em cada um deles. Nessa viagem meu companheiro da vida Wilson embarcou na aventura e levou praticamente o mesmo que eu; pouca coisa e muita vontade.

A minha lista suscita foi;

3 bermudas, 3 camisas de botão , 1 cachecol, 2 shorts , 1 sunga , 6 cuecas, 4 camisetas , 1 regata, 1 short para dormir , 3 pares de meias, 1 necessaire com itens de higine, 1 chapeu, 1 chinelo, 1 jaqueta e 2 calças (uma jeans e outra chino).

Toda viagem é um aprendizado. Apesar de viajar por muitos lugares com minha dobrável essa foi somente a segunda em que saí do país levando-a. Dessa vez ao invés de dobrar a bicicleta e colocar na sacola bike, despachei-as dobrando o guidão e baixando os selins apenas. 

Observei que o manuseio nos aeroportos prejudicam bastantes essas bicicletas. A bicicleta dobrável já é uma bicicleta mais frágil devido o número de articulações. Para diminuir a pressão na parte dobrada, principalmente no meio da bicicleta, apenas dobrei guidão e pedais. Proteger as articulações com plástico bolha e só.

Para sair do Brasil foi tranquilo a TAM aceitou de boa. Mas eu já sabia que ia rolar treta na volta por isso levei uma lona plástica que comprei numa loja de matéria de construção e economizei uma nota pois para embalar no aeroporto era três vezes mais caro. 

A principal dica é ler sobre as regras para se levar bicicleta ao destino. No caso do Chile li tudo e não tive problemas. Além disso é fundamental  proteger a bicicleta e lacrar as áreas dobráveis para que os carregadores não tentem desdobrar a bike e então a danificarem por falta de jeito. 

Protegi partes mais frageis da bicicleta e despachamos .

Para completar levei meus alforges de banner. 

 

Fiz um porta-ferramentas com banner reciclado para despachar itens que não são permitidos carregar na bagagem de mão como chave de fenda e etc.

Porta ferramenta de banner .

 

O resultado da viagem foi; grande economia e diversão gigante! Tudo que gastaria com taxi, ônibus ou metrô foi para cocktails e experiências diversas. Os looks funcionaram bem. O meu roteiro pelo Chile foi Santiago, Valparaiso, Vina del Mar e a linda Pucón. Amei todos os destinos mas deixei meu coração e lágrimas de felicidade aos pés do Vucão Vilarrica na pequena Pucón, onde pude pedalar tranquilamente. 

Essa viagem só reforçou minha convicção de viajar cada vez mais pela América do Sul levando o essencial; a bicicleta.

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Assista um pequeno clipe que fiz:

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