Maio 

Caiu a tarde e lembrei de um trecho do poema: 

“Eu nada te peço a ti, tarde de maio, senão que continues, no tempo e fora dele, irreversível…” Tarde de Maio – Carlos Drummond de Andrade.

Hoje peguei minha dobrável e precisei ir a três lugares no meu tempo, do meu jeito. 

Fotos Jocasta Luiza 

Quando estou na bike quem carrega a bolsa é ela. Rs 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s