Primavera de folhas caidas 

O cenário até lembra o outono mas estamos é na primavera mais quente de todos os tempos. Com apenas 5% de area permeavel restante do original e uma politica urbanistica de cimentar rios, asfaltar, criar mais viadutos, vagas pra carros e cortar arvores, nāo sei quando a primavera vai dar as caras de fato. Temperaturas acima dos 30 graus e pulamos direto para o verāo e agora tenho que abandonar, por oras, camisas de mangas cumpridas. O jeans ja deixei de lado. A bicicleta é que não dispenso. 

   
 

Dia Mundial Sem Carro

Na terça, 22, ciclistas de várias partes do mundo saíram de casa com suas bicicletas em direção ao trabalho e aos seus compromissos sociais para lembrar que é possível uma vida com menos dependência do automóvel. Aqui em BH rolou muita atividade, culminando com uma grande pedalada a noite. É claro que participei.

A cidade já está um forno então senti muito calor com a calça. Devia ter levado uma bermuda para a hora do pedal. Mas valeu assim mesmo. 

Cada vez mais pessoas descobrem a autonomia e os benefícios em usar a bicicleta na cidade. Em SP já há dados que mostram que essa carrodepedencia realmente tem cura.  Em BH também cresce o número de pessoas que deixaram os carros de lado e passaram a usar outros meios, como a bicicleta para chegar a seus destinos. Menos carros nas cidades significa mais qualidade de vida. 

  
  
  

   

No minimalismo de James 

James Jean imortalizou um clássico minimalista do guarda-roupa masculino; a camiseta branca. O “rebelde sem causa” sabia muito bem usar o dress code a seu favor: suas roupas só reforçavam a sua personalidade. Essa peça é simples e elegante se comparada aos efusivos outdors ambulante da atualidade, homens que saem com estampas enormes nas camisetas ostentando marcas e carregando nomes.  Não que estampa seja algo execrável. Eu gosto de algumas.  Mas a camiseta branca tem o seu valor e acho que para pedalar é uma das peças mais curingas. Geralmente compramos mais que um par dessas camisetas então na pedalada é  só levar uma reserva, para o caso de algo acontecer durante o percurso, ou você suar demais, poder trocá-la no local de trabalho sem preocupações.

  
  

Você também que usar a sua camiseta branca?

Aqui seguem alguns styles que separei. Espero que goste dos modelos que separei. hehehehehe

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Chic é a simplicidade

Um amigo postou um meme engraçado em que um ciclista usa uma sapatilha  de ciclista mas acaba caindo por não conseguir se desclipar. É hilário! No meu caso eles não seriam úteis. Eu não uso nada que só poderia usar na bike. Como já disse aqui outras vezes não é o meio que determina minhas roupas e sim o destino.

A bicicleta é um veículo relativamente simples. Quando pego a minha e vou a algum lugar não uso nada especial. Tudo o que preciso é pedalar!. Mas gosto de adaptações que não alterem minha essência. Hoje finalmente resolvi trocar os cadarços do meu sapato social por um elástico. Fiquei com receio de ficar feio but gostei muito do resultado. Agora não ficarei preocupado em amarrá-los caso desatem. E jamais enroscarão no pedivela prendendo meus pés como os clipes. Adorei. Simplicidade é a elegância.



Começou uma chuva enquanto eu descia em direção do São Lucas ao centro e abri a sombrinha. Pedalar segurando uma sobrinha é rôia nível 3! Fazer curva e descer a Carandaí foi fácil mas ao subir a Guajajaras tive que guardar pois como o Move na cola não rola! Mesmo assim me diverti muito e não me molhei. Axé.

Pausa 

Na música a Pausa é um intervalo de silêncio em uma peça. No quotidiano frenético do mundo contemporâneo ocidental; é um diamante. Quando foi que na urgência de chegar você parou em algum lugar apenas para contemplar e mudar o ritmo da jornada? Quando estou pedalando faço essas pausas. Eu não quero disputar a velocidade com ninguém. Sigo meu ritmo principalmente na ciclovia. Na pausa que faço as vezes em bancos públicos e praças me recomponho e sempre descubro um novo detalhe ou começo uma prosa descontraída. Hoje com o dia nublado e o clima mais frio, deu até para usar um casaco. 

Por mais pausas no dia-a-dia.   
A pausa para um cafezin é sagrado em Minas.     

 

Se vestir é se divertir 

Se vestir é se divertir também. Mexe com o humor (muitas vezes até melhorar ele). Acordei com dúvida do que deveria usar (novidade) pois eu participaria do programa Palavra Cruzada da Rede Minas, em que entrevistaria a Cris Guerra, blogueira/escritora/publicitária/itgirl que foi a primeira a criar o todays outfit brasileiro. Ícone de estilo e com uma história pra lá de interessante, confesso que fiquei nervoso pois pensei que se errasse seria um desastre. Rs. Mas ai me lembrei de tudo que li no blog dela e como encara o dress code com leveza e felicidade. 

Se vestir não é um martírio! Foi assim que resolvi usar primeiro o boutunnière (uma pecinha romântica que já expliquei em outro post há praticamente um ano). Lembrando que meu blog é um bebê e ainda está engatinhando. Rs. 

Com o boutunnière vermelho, blazer azul, colete cinza e calça de alfaiaria bege (tudo comprado em um brechó) e fui encontrar a diva do “Hoje Vou Assim”.  Além de prosear com a Cris e aprender bastante, conheci a Luciana Duarte do Moda Ética e a Lorena Martins, repórter da editoria de Moda do jornal O Tempo. Adorei todas elas e o programa foi apresentado pela amiga Ruth Soares.  

Quando for ao ar coloco o link aqui! 

   
    

 Eu e a Cris

 Selfie: eu, Lorena, Ruth, Cris e Luciana.